quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Divagando !
Apaguem-se todas as luzes,
estrelas não brilhem mais,
lágrimas sejam secadas,
sorrisos e gargalhadas,
quietos no seu lugar.
Fechem todas as portas,
limpem toda a sujeira,
deem espaço pra mim,
eu quero passar altiva,
não precisam ter dó,assim.
Estou pedindo ao sol,
para não aquecer a terra,
automóveis e assemelhados,
andem na contramão,
quebrem-se todas as regras,
e matem a solidão.
Peçam ao vento e à chuva,
que não se manifestem mais,
eu que deles gostava,
agora não gosto mais.
Digam aos banqueiros,
que não se apeguem aos papéis,
de mim não terão dinheiro,
enchi ,não preciso mais.
Hoje com taças,
do mais puro cristal,
convido só os animais,
brindemos Graças a Deus,
agora não amo mais.(elpis)
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Religiosidade, crença, fé ou liderança eu não discuto e não entro no cerne de qualquer discussão sobre o assunto. O fato é que a notícia do dia é a renúncia do Sumo Pontífice da Igreja Católica. Minha ideia momentânea sobre o assunto é de que já estou concordando sobre a previsão de que o ano de 2013 seria o marco de uma transformação e abertura em todos os seres humanos para o que realmente são as diretrizes de orientação de vida para o seu Universo pessoal e o mundo em que habitamos. Tudo deverá ser arranjado antes dentro de si e em equilíbrio para que possamos dar e obter a harmonia com tudo e todos. Não podemos, de maneira nenhuma, obter Paz com tantas injustiças cometidas com a Natureza, os animais e com os próprios homens. A abundância deverá suprir a fome, a prosperidade deverá suprir o desmatamento, a empatia deverá poupar os animais, o respeito ao próximo faz-se urgente e necessário, então tudo terá voltado ao Amor, mas para que isso ocorra devemos curar e centralizar o nosso lado espiritual em harmonia com o Universo e Ele irá expandir-se. A fé começa por nós e em nós. Não há líder que suporte a massa se a crença individual e de bons propósitos não forem trabalhadas internamente e individualmente.(elpis)
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Os Porquês da Vida
Por que tristezas? A vida é bela!
Por que desistir? A vida é uma continuação!
Por que lágrimas? A vida é um sorriso! Por que amarguras? A vida é uma canção!
Por que ódio? A vida foi feita para amar!
Por que intrigas? A vida é Paz!
Por que blasfemar? A vida foi feita para orar!
Por que mentir? A vida é uma Verdade!
Por que sentir-se pobre? A vida é uma riqueza!
Por que sofrer? A vida é superação!
por que temer? A vida é feita de Fé!
Por que fracassos? A vida é uma grande vitória!
Por que ofender-se? A vida é perdão!
Por que ser infeliz? A vida é uma grande felicidade!
Por que problemas? A vida é uma grande solução!
Por que trevas? A vida já é Luz!
Tendes procurado o Cristo? Pois bem, Ele mora em vosso coração! É só
abrir a porta e Ele entrará no Santuário, onde habitará para sempre em
ti, em Mim e em Nós!
Assim seja.
Mestra Pórtia (retirado da Grande Fraternidade Branca Universal via Facebook))
sábado, 9 de fevereiro de 2013
"Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero - os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca
me esquecerei de que normalidade é uma ilusão imbecil e estéril."
(Marcos Lara Resende)
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero - os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que normalidade é uma ilusão imbecil e estéril."
(Marcos Lara Resende)
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero - os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que normalidade é uma ilusão imbecil e estéril."
(Marcos Lara Resende)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Nunca estaremos prontos
Ontem estava lendo um texto da autoria a José Luís Borges que falava em "Velhice e Sabedoria". O autor lamentava que algumas coisas do passado não deveriam ter sido realizadas de maneira tão rigorosa e, se voltasse atrás, agiria de maneira diferente.
A leitura encheu-me de energia, fui para a cama disposta a uma boa noite de sono. Vira daqui, vira dali e nada de esquecer a abordagem dada pelo escritor, suas palavras não me saiam da cabeça. Dei-me conta que estava sentindo um misto de culpa e vergonha e não aceitava sentir-me assim. Sempre, eu, sentindo-me culpada e, por conseguinte, envergonhada. Forçava os olhos para que se fechassem e assim conseguir dormir, eles não obedeciam. Resolvi desistir e refletir no por quê de estar tão mexida, com emoções querendo saltitar para fora do me cérebro. Não me restou outra alternativa senão levantar-me e pensar sobre o assunto. Eu não me sinto velha, desejo realizar muitos projetos e sou saudável. Eu estou em tempo de descanso e de usufruir de bons momentos com alegria. Ainda imagino e visualizo os meus dias futuros. Refletia....
Lembrei-me que quando era uma garota ainda, eu falava que prepararia a minha velhice, estaria plena e realizada, observando os jovens e pensando que eles estariam com inveja de ter vencido todos os obstáculos que eles ainda teriam que passar. Acabei convencida pelas sábias palavras do grande escritor.
Na juventude, sonhamos muito e realizamos pouco. Na velhice queremos realizar muito, mas, já não temos sonhos. Nos damos conta que não fizemos tudo o que desejávamos e nos resta acomodar nossos pensamentos num cantinho para que eles não nos aborreçam com cobranças do nosso passado. Pensei na vergonha e na culpa que sentia. Descobri que a culpa não vem só do fato de não termos vontade de realizarmos mais na juventude, mas do fato de termos realizado de maneira errada ou de não termos tido tempo para realizá-los. A vergonha vem do fato de nos sentirmos impotentes de realizá-los agora que estamos no outono de nossas vidas.
Tantas coisas deixadas para trás e não podemos fazer o caminho inverso para recolhê-las e realizá-las. Tantas coisas feitas, mas não realizadas, que poderiam estar com frutos maduros e doces. Tantas coisas realizadas de forma errada.
Concluí que não mais nos interessa ficarmos divagando sobre como deveríamos ter agido em tais e quais situações. O que verdadeiramente importa é que tivemos responsabilidades em nossas mãos e escolhemos juntar algumas e realizá-las a tempo de tê-las quando nos falta pouco para terminarmos a nossa caminhada. Importa, sim, o prazer de sabermos que o que estamos colhendo foi o melhor que conseguimos realizar na juventude. O que ficou sem realizações não pode fazer parte do nosso presente porque tudo tem seu devido tempo de realizações e, como se não bastasse, carregamos a incerteza se os jovens de agora o farão.
Consegui deitar-me e dormir sem culpas ou vergonha, porque nunca estaremos prontos.(elpis)
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