"Quem não pode atacar o argumento ataca o argumentador. Não faça assim. Fique no tema do debate, porque aproveitar-se para agredir e tentar desmerecer a vida pessoal do outro é fugir da questão, além de mostrar deficiências de personalidade e pequenez de caráter. Seja senhor de si."(Lauro Trevisan)
terça-feira, 19 de novembro de 2019
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
DATA
Tempo de solidão e de incerteza
Tempo de medo e tempo de traição
Tempo de injustiça e de vileza
Tempo de negação
Tempo de covardia e tempo de ira
Tempo de mascarada e de mentira
Tempo de escravidão
Tempo dos coniventes sem cadastro
Tempo de silêncio e de mordaça
Tempo onde o sangue não tem rasto
Tempo da ameaça (SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN)
Tempo de medo e tempo de traição
Tempo de injustiça e de vileza
Tempo de negação
Tempo de covardia e tempo de ira
Tempo de mascarada e de mentira
Tempo de escravidão
Tempo dos coniventes sem cadastro
Tempo de silêncio e de mordaça
Tempo onde o sangue não tem rasto
Tempo da ameaça (SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN)
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
Exercitando a arte da sabedoria
afastando-me de pesos desnecessários
Ando costurando remendos de mim
Meu viver,
tornou-se uma coberta imensa
que em noites frias
roubava-me os bons sonhos
Ao refazer-me
recorto-me em retalhos
Os maus momentos, os deixo atirados
em um canto
onde meus olhos não
os possam alcançar
As doces memórias, as remendo
suavemente com linhas de seda em tecido de cetim.(elpis)
afastando-me de pesos desnecessários
Ando costurando remendos de mim
Meu viver,
tornou-se uma coberta imensa
que em noites frias
roubava-me os bons sonhos
Ao refazer-me
recorto-me em retalhos
Os maus momentos, os deixo atirados
em um canto
onde meus olhos não
os possam alcançar
As doces memórias, as remendo
suavemente com linhas de seda em tecido de cetim.(elpis)
terça-feira, 3 de setembro de 2019
Amor Pra Recomeçar
Eu te desejo não parar tão cedo
Pois toda idade tem prazer e medo
E com os que erram feio e bastante
Que você consiga ser tolerante
Quando você ficar triste que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra que rir é bom
Mas que rir de tudo é desespero
Desejo que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor pra recomeçar
Pra recomeçar
Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um você possa confiar
E que tenha até inimigos
Pra você não deixar de duvidar
Eu desejo que você ganhe dinheiro
Pois é preciso viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo o dono de quem
Eu desejo que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor pra recomeçar
Pra recomeçar, pra recomeçar (Frejat)
Eu te desejo não parar tão cedo
Pois toda idade tem prazer e medo
E com os que erram feio e bastante
Que você consiga ser tolerante
Quando você ficar triste que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra que rir é bom
Mas que rir de tudo é desespero
Desejo que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor pra recomeçar
Pra recomeçar
Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um você possa confiar
E que tenha até inimigos
Pra você não deixar de duvidar
Eu desejo que você ganhe dinheiro
Pois é preciso viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo o dono de quem
Eu desejo que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor pra recomeçar
Pra recomeçar, pra recomeçar (Frejat)
sábado, 24 de agosto de 2019
E então, que quereis?...
Fiz ranger as folhas de jornal
abrindo-lhes as pálpebras piscantes.
E logo
de cada fronteira distante
subiu um cheiro de pólvora
perseguindo-me até em casa.
Nestes últimos vinte anos
nada de novo há
no rugir das tempestades.
Não estamos alegres,
é certo,
mas também por que razão
haveríamos de ficar tristes?
O mar da história
é agitado.
As ameaças
e as guerras
havemos de atravessá-las,
rompê-las ao meio,
cortando-as
como uma quilha corta
as ondas.(Vladimir Maiakovski)
Fiz ranger as folhas de jornal
abrindo-lhes as pálpebras piscantes.
E logo
de cada fronteira distante
subiu um cheiro de pólvora
perseguindo-me até em casa.
Nestes últimos vinte anos
nada de novo há
no rugir das tempestades.
Não estamos alegres,
é certo,
mas também por que razão
haveríamos de ficar tristes?
O mar da história
é agitado.
As ameaças
e as guerras
havemos de atravessá-las,
rompê-las ao meio,
cortando-as
como uma quilha corta
as ondas.(Vladimir Maiakovski)
sábado, 10 de agosto de 2019
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