“Quantas estradas um homem deve percorrer
Pra poder ser chamado de homem?
Quantos oceanos uma pomba branca deve navegar
Pra poder dormir na areia?
Sim e quantas vezes as balas de canhão devem voar
Antes de serem banidas pra sempre?
A resposta, meu amigo, está soprando no vento
A resposta está soprando no vento.” (Bob Dylan)
(Imagem de Porto Alegre/RS/BR-foto do arquivo pessoal by Eloá Pistoia)
quinta-feira, 5 de junho de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Seis Lições da vida de Leo Tolstoy
Lição 1: Manter uma mente aberta
Lição 2: Prática de Empatia
Lição 3: Faça a Diferença
Lição 4: Dominar a Arte de Viver Simples
Lição 5: Cuidado com suas Contradições
Lição 6: Expandir seu círculo social
(Leo Tolstoy e sua filha Tatyana durante seus últimos dias de 1902)
Lição 2: Prática de Empatia
Lição 3: Faça a Diferença
Lição 4: Dominar a Arte de Viver Simples
Lição 5: Cuidado com suas Contradições
Lição 6: Expandir seu círculo social
(Leo Tolstoy e sua filha Tatyana durante seus últimos dias de 1902)
terça-feira, 3 de junho de 2014
Vamos falar de amor, meu bem. Olhar a vida no presente, trocar alegrias, cantar, dançar e fazer nossos corações vibrarem com as belezas da natureza. Se for para remoer lembranças velhas, saudades de antigos pedaços de mim ou de você, me esqueça, e nem me coloque em seus guardados. Sou daquelas pessoas que se afastam do que foi ou do que poderia ter sido.(elpis)
"Lembrei-me
de uma história que eu tinha lido uma vez em ‘Programa de Corridas’
sobre um garanhão que ninguém conseguia fazer com que acasalasse com
éguas. Trouxeram as éguas mais bonitas que puderam encontrar, mas o
garanhão as refutava. Então alguém, que sabia das coisas teve uma ideia.
Cobriu de lama uma das belas éguas, e o garanhão imediatamente a
montou. A teoria era de que o garanhão se sentia inferior a toda aquela
beleza, mas que, diante da fêmea enlameada, pôde ao menos se sentir em
pé de igualdade, quando não superior a ela, e assim funcionar. A mente
dos cavalos e dos homens pode ser muito parecida.” (Charles Bukowski.)
segunda-feira, 2 de junho de 2014
"Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo. Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. Não viva de fotografias amareladas....continue, quando todos esperam que desistas. Não deixe que enferruje o ferro que existe em você. Quando não conseguir correr através dos anos, trote. Quando não conseguir trotar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala.
Mas nunca se detenha !" (Madre Teresa de Calcutá)
Mas nunca se detenha !" (Madre Teresa de Calcutá)
Jamais a dor do abandono, jamais. Abandono sugere algo que nos foi dado e depois retirado nos trazendo um sentimento emocional devastador. Como deixamos isso acontecer, se o amor está contido em nós mesmos, é a nós que respeitamos antes de todos. Nenhum vento favorável pode soprar se a nossa abertura espiritual estiver bloqueada e sem o sentimento e estado mais divino de compaixão por nós.(elpis _/\_ )
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